sábado, 25 de janeiro de 2014

Qual é a prioridade em sua vida?

Qual é a prioridade em sua vida?

Uma prioridade é algo que toma lugar de outras coisas em nossa vida. 
Podemos investir nosso tempo e nossa atenção em muitas escolhas. Sem prioridades claras corremos o risco de ficarmos paralisados na indecisão. Algumas decisões são mais fáceis de tomar, pois, por serem coisas ruins já sabemos que temos que evitar. 
Mas as vezes teremos que optar entre duas coisas boas, e nestes casos temos que aprender a estar em oração para tomar a melhor decisão. Devemos ter cuidado para não sermos influenciados pelo mundo e fazer simplesmente o que todos estão fazendo. Façamos o que Deus particularmente deseja para nós. 
Precisamos ser honestos em relação ao que realmente é nossa prioridade.
Estamos colocando Deus em primeiro lugar em todas as áreas de nossas vidas? Nosso Pai Celeste promete que ao colocá-Lo em primeiro lugar, buscando-O, tudo o mais nos será dado por acréscimo. 

Mãe de Deus

Theotokos: Mãe de Deus! Desde o cristianismo primitivo Nossa Senhora é chamada de Mãe de Deus!
Nossa mãe é também a excelsa Mãe de Deus.
Quanta alegria para o nosso coração termos nosso Paraíso nossa mãe intercedendo por nós, seus filhos, junto a Deus seu Filho amado.
Maria na sua pureza, no seu exemplo de estar a serviço, de meditar todas as coisas no seu coração, é nosso maior modelo de fé.
Nossa mãe admirável, nossa intercessora, medianeira de todas as graças.
Recebe ò mãe querida todas as nossa famílias sofridas e intercede junto ao teu divino filhos assim como em Caná transformando a águas das nossas vidas em vinho de salvação.

Emília Briand

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

texto para ajeitar

um grande mistério da vida cristã: o sofrimento. Como é que você tem vivido suas dores e seus sofrimentos? 
Nós temos de entender que o sofrimento vem do pecado, entretanto, precisamos dar um sentido a ele. E o melhor caminho para darmos um sentido às nossas dores é Jesus, porque Ele nos ensina que o sofrimento não se elimina, mas se eleva à categoria do amor.

Há um mistério profundo no sofrimento. Mistério de dor e angústia que Jesus, pelo Seu sofrimento, transformou em mistério de salvação.
Muitos homens e mulheres mudaram de vida radicalmente por causa do sofrimento.

Desde que Jesus escolheu o caminho da dor para nos salvar, o sofrimento passou a ser a “matéria-prima” da salvação. São Paulo falava da “loucura da cruz para aqueles que se perdem, mas poder de Deus para aqueles que se salvam” (citação livre de 1 Cor 1,18). De fato, o poder invisível de Deus se manifesta no sofrimento. Cura a alma, salva o espírito, quebranta o orgulho, elimina a vaidade, abate a opulência, iguala os homens.
E no sofrimento que os homens mais se sentem irmãos, filhos do mesmo Pai. E na hora amarga da dor que se valorizam a fraternidade e a solidariedade. E nessa hora sagrada que os corações se unem, as mãos se apertam e o filho lembra-se do Pai. Não fora o sofrimento angustiante daquele filho pródigo do Evangelho, jamais ele teria abandonado a vida devassa e voltado para a casa do Pai.

Sim, o sofrimento é sagrado! É nele que encontramos a nós mesmos e encontramos os outros, sem máscaras, sem enfeites e sem enganos. Ele não foi criado por Deus, mas Cristo lhe deu um enorme sentido. A dor e a morte são obras trágicas do homem, frutos do seu pecado, do desejo obstinado de querer construir a vida sem Deus. São Paulo não teve dúvida: “O salário do pecado é a morte” (Rm 6,23a). E reafirmou: “O pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte; assim a morte passou a todos os homens” (citação livre de Rm 5,12).
Mas Cristo veio exatamente para destruir o pecado e a morte. Como reza a Igreja, “com a Sua morte destruiu a morte, e com a Sua ressurreição devolveu-nos a vida” (missa do Tempo Pascal). O Senhor bebeu o cálice da dor até a última gota, para que todo o sofrimento da terra fosse resgatado, transformado e divinizado. Qualquer que seja a dor, ela é parte da mesma dor do Senhor, pois Ele a assumiu na Sua santa paixão. E por isso que São Paulo afirma: “Completo na minha carne o que falta às tribulações de Cristo” (citação livre de Cl 1,24). Nosso sofrimento é o mesmo sofrimento de Cristo. Assumindo nossa natureza, pela Sua encarnação, Ele assumiu também nosso sofrimento e fez dele o instrumento da nossa salvação. Portanto, qualquer que seja a nossa dor, oferecida a Deus, unida à paixão de Cristo, ela é extremamente valiosa e salvífica. “As nossas tribulações do momento são leves e nos preparam um peso de glória eterna” (citação livre de II Cor 4,17), nos garante São Paulo.
Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja, afirmou que ”não existe coisa mais agradável a Deus do que sofrer com pa­ciência e paz todas as cruzes por Ele enviadas”. E Santa Teresa D’Ávila disse que “o mérito consiste em sofrer e amar.
É o sofrimento que quebra em nós o ímpeto do pecado, destrói nossas más inclinações interiores e exteriores e nos preparam para o céu.
“Os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada” (Rm 8,18). São Francisco chegava ao extremo de dizer: “O bem que espe­ro é tão grande que todo sofrimento é prazer para mim.”
Jesus nos manda: “Tome cada dia a sua cruz e siga-me” (Lc 9,23c). Se Ele assim o diz, é porque isso é o melhor para nós. Não há que duvidarmos do Senhor. E é Ele quem sabe qual é a cruz que devemos carregar… Não é uma livre escolha nossa. Por isso, precisamos tomá-la e carregá-la não à força e com repugnância e lamentação, mas com humildade, paciência e fé. Nesta vida, não teremos verdadeira paz interior, se não abraçarmos com amor os sofrimentos, oferecendo-os a Deus. Segundo Santo Afonso: “Essa é a condição a que estamos reduzidos em consequência da corrupção do pecado.”
O valor do sofrimento é tamanho, que os santos consideravam como presentes as doenças e as dores que Deus lhes mandava. Como somos diferentes deles! São Vicente de Paulo, por exemplo, dizia: “Se conhecêssemos o precioso tesouro contido nas doenças, recebê-las-íamos com a alegria com que se recebem os maiores presentes.”
O sofrimento, acolhido com fé, produz a santidade. Portanto, não devemos desesperar-nos perante ele, mas abraçá-lo na fé. Que Deus nos dê essa grande graça. A Palavra de Deus nos diz: “Todas as coisas concorrera para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8,28a) e mais:
Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo” (1 Ts 5,18).
Sofrer e amar, dando graças a Deus!
Prof. Felipe Aquino

A RESPOSTA DO HOMEM A DEUS

 Obedecer  na fé é submeter-se livremente à palavra de Deus, a vontade de Deus para as nossas vidas. Crer verdadeiramente no amor de Deus por nós, em todos os momentos e situações, mesmo sofrendo com dificuldades, incompreensões, doenças e as mais diversas cruzes nas nossas vidas.
 Deus nos ama e Ele pode tirar destes sofrimentos méritos para a nossa santificação.
 Desta obediência, o modelo que a Sagrada Escritura nos propõe é Abraão. A sua realização mais perfeita é a da Virgem Maria.
  «Pela fé, Abraão obedeceu ao chamamento de Deus, e partiu para uma terra que viria a receber como herança: partiu, sem saber para onde ia» Na fé, Maria acolheu o anúncio e a promessa trazidos pelo anjo Gabriel, acreditando que «a Deus nada é impossível» (Lc 1, 37) (9) e dando o seu assentimento: «Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra» É em virtude desta fé que todas as gerações a hão-de proclamar bem-aventurada (10)
Peçamos a Deus que pela obediência da fé possamos dar  a resposta adequada a esse chamado que Deus nos faz para termos uma comunhão com Ele.

 Emília Briand

Ele é o mesmo sempre

Jesus operou muitos milagres durante o período em que  viveu conosco. Eles continuam sendo realizados até hoje, mas não devemos esperar por eles para crermos em Deus. Ele já nos manda vários sinais de sua presença, nos chamando e atraindo. Nós temos que ter ouvidos atentos para ouvir, e coração aberto para sentir a Sua presença ao nosso redor. 

Peçamos a Deus para que possamos ser vasos abertos para receber as suas graças em nossas vidas.

Emilia Briand

Qual é a prioridade em sua vida?

Uma prioridade é algo que toma lugar de outras coisas em nossa vida. 

Podemos investir nosso tempo e nossa atenção em muitas escolhas. Sem prioridades claras podemos ficar paralisados na indecisão. Algumas decisões são mais fáceis de tomar, pois, por serem coisas ruins já sabemos que temos que evitar. 

De qualquer forma, algumas vezes teremos que optar entre duas coisas boas, e nestes casos temos que aprender a estar em oração para tomar a melhor decisão. Temos que ter cuidado para não sermos influenciados a fazer simplesmente o que todos estão fazendo. Temos que fazer o que Deus particularmente tem nos direcionado. 

Perder o foco das prioridades vai nos roubar a paz .
Precisamos ser honestos com nós mesmos em relação ao que realmente é prioridade.
 Temos colocado Deus em primeiro lugar em todas as áreas de nossas vidas? Nosso Pai Celeste promete que quando O colocamos  em primeiro lugar, buscando-o, tudo mais nos será dado. 


  Vamos pedir a Deus para que ELE  nos ajude a organizar as nossas necessidades, e então todas as coisas que são importantes pra Ele passarão a ser mais importantes para nós também!

O matrimônio é um caminho real para a santidade

A crise da família é um dos principais problemas atuais. Nós, católicos, necessitamos mostrar que é possível viver uma vida matrimonial de acordo com os planos de Deus.A santidade no matrimônio não é uma tarefa fácil, mas é tão necessária como gratificante. Há um conceito "imaturo" de "amor" que se apresenta habitualmente na cultura  dos dias atuais, e que impede os jovens de formar famílias felizes.  . Há que rejeitar o egoísmo, dando-se totalmente ao outro cônjuge e aos filhos que Deus quiser enviar.Muitas vezes nós, os pais, falamos do bem-estar material dos filhos, mas realmente estamos a pensar na casa ou no carro que gostaríamos de comprar. Os  maridos devem ajudar as suas esposas na tarefa de educar os filhos, em especial durante os meses de gravidez. As esposas devem compreender seus maridos nas suas dificuldades criada pelo estresse do dia a dia no seu trabalho.Esta comunidade familiar tem na oração o seu alimento quotidiano. A participação comunitária na Eucaristia dominical há-de ser o centro desta vida de oração, de onde ela brota e para a qual se orienta.  .É maravilhoso descobrir que há uma vocação para a família e que o matrimônio é um caminho real para a santidade".