quinta-feira, 4 de abril de 2013

Io credo in Te Gesù

http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=uH0nDhf6LLQ&NR=1

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Io credo in te


A Te mio Dio
Affido ciò che son.
In Te Signor confiderò.
Il mondo mio è nelle Tue mani
E sono Tuo per sempre …
Io credo in Te Gesù,
Appartengo a Te Signor.
E’ per Te che io vivrò,
Per questo canterò
Con il mio cuor.
Ti seguirò
Ovunque Tu andrai,
Con lacrime e gioia continuerò.
Camminerò nelle Tue vie,
Nelle promesse
Per sempre. (Coro)
[Io credo in Te Gesù,
Appartengo a Te Signor.
E’ per Te che io vivrò,
Per questo canterò] (x2)
Con il mio cuor.

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Permanece Conosco


Permanece Conosco

Focolares

A sombra vai se abrindo, quando a noite cai
E vão fugindo tantas luzes
De um dia, que jamais há de se acabar;
De um dia, que há de começar sempre;
Porque sabemos que uma nova vida,
Aqui nascida, ninguém mais cancelará.
Se tu vais agora, anoitecerá
Se tu vais embora, Senhor, o que será?
Se tu vais agora, anoitecerá;
Mas se permaneces, a noite não virá.
Como o mar se espraia, infinitamente,
O vento soprará e abrirá os caminhos escondidos.
Tantos corações hão de ver uma nova luz clara,
Como uma chama que, onde passa, queima.
O Teu amor todo mundo invadirá.
Se tu vais agora, anoitecerá…
A humanidade luta, sofre e espera.
È terra seca e no céu não há nuvens,
Mas a vida não lhe faltará;
E a esperança brilhará para sempre.
Contigo unidos, oh! Fonte de água viva,
Tua presença o deserto acabará.
Se tu vais agora, anoitecerá…

JESUS EU TE AMO

Quanto mais passa o tempo, os anos passam e eu vou ficando mais velha... e mesmo diante das dificuldades, mesmo durante as alegrias...em qualquer fase que me encontro...do ano...do dia... uma certeza poderoSa toma conta de mim....ESTOU COMPLETAMENTE APAIXONADA POR CRISTO, ...NOSSO DEUS SE FEZ HOMEM PARA VIR AQUI NOS SALVAR...CARREGAR UMA CRUZ, SOFRER POR CADA UM DE NÓS...ELE NOS AMOU E NOS AMA TANTO QUE ESTÁ SEMPRE A NOS OLHAR...BATE NA NOSSA PORTA DELICADAMENTE...NOS ENVIA SINAIS DE SUA PRESENÇA...ELE NOS ATRAI...ELE NOS QUER COM ELE...COMO É FORTE SUA PRESENÇA!...COMO É DOCE SUA PRESENÇA...; AS VEZES PELA LIMITAÇÃO HUMANA PASSO MOMENTOS DE TRISTEZAS E INSEGURANÇAS E PARECE QUE TODA AQUELA FORÇA QUE TENHO DENTRO DE MIM E TODA A LUZ ESTÃO APAGADAS OU FRACAS...MAS QUE NADA!, REPENTINAMENTE BROTAM DE DENTRO NOVAMENTE...AQUELE AMOR FORTE VINDO DE DENTRO...UM AMOR QUE SÓ QUEM SENTE E QUEM SENTIU UM DIA A PRESENÇA EM SUA VIDA DA MÃO DE DEUS AMPARANDO-O...ENTÃO FICO ASSIM TÃO GRATA...TÃO GRATA POR TER CONSEGUIDO ABRIR A PORTA DO MEU CORAÇÃO PARA ELE, O MEU SENHOR, O MEU DEUS, ELE ME CURA, ME RESTAURA TODOS OS DIAS, ME COMPREENDE, NÃO ME DEIXA SÓ, AJUDA A CONDUZIR MINHA FAMÍLIA A AMAR MEU MARIDO E MEUS FILHOS DA MANEIRA CERTA!!!!...TUDO É OBRA DELE...EU APENAS DEIXO ELE FAZER...NÃO O ATRAPALHO...QUANDO ME PEGO FAZENDO ALGO ERRADO,OU QUE NÃO CONDIZ COM MEU PROJETO DE VIDA EU JÁ SEI...FUI EU QUE QUIS FAZER POR MIM MESMA, SOZINHA ,MINHAS COISAS...ESQUECI POR UM MOMENTO DE ENTREGAR NAS MÃOS DO MEU DEUS QUERIDO MEUS PROJETOS...POIS QUANDO ESTÃO NAS MÃOS DELE...TUDO SAI DO JEITO QUE É PARA SER...E VOU SEGUINDO...AGARRADA AO MEU CRISTO, A MINHA LINDA CRUZ, LOUCURA PARA O MUNDO E SALVAÇÃO PARA O MEU PEQUENO CORAÇÃO!...JESUS EU O AMO MUITOOOOOOO!...ESPERO QUE MINHAS PALAVRAS ANDEM PELO MENOS UM POUCO EM SINTONIA COM MINHAS AÇÕES!!...AMÉM!



Lumière du monde (Robert Lebel)

Lumière du monde (Robert Lebel)

1. Celui que de nos yeux nous avons vu,
Celui que de nos mains nous avons pu toucher,
Celui que nos oreilles ont entendu,
Celui que dans nos coeurs nous avons rencontré...
Voilà Celui que nous vous annonçons
Et qui a resplendi. Sur la terre où nous vivons!

2. So many in our world drift into sleep,
while others only know a darkness without
end. Let brothers rise to call them from the
deep! Let sisters take their hands to heal and
be their friends. Together, let us stand against the storm
and in the heart of night be the watchers of the morn.

Refrain :
Lumière du monde! Sel de la terre!
Soyons pour le monde. Visage de l'amour!
The light of the world. Christ is our light.
We shine with his brightness, The reflection
of his light
From day to day!

3. Hay tantos que se pierden al buscar
Sentido de vivir, razones para amar.
Si los pudiéramos acompañar
Compartir su dolor, presentarles a Jesús;
Quizás ellos pudiesen comprender
Que es en el partir del pan. Que podemos renacer.

Refrain

4. La gente dove andare più non sa,
In noi cercando va l'amore che non ha:
Il senso della vita troverà
Facendo insieme a noi la Comunità...
Così potrà conoscere
Gesù Spezzando il pane che
Vita eterna donerà!

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Iha6cWANDDk

terça-feira, 2 de abril de 2013

Santa Bernadete Soubirous


SANTA MISSA POR OCASIÃO DO 85º ANIVERSÁRIO DO SANTO PADRE
HOMILIA DO PAPA BENTO XVI
Capela Paulina
Sexta-feira, 16 de Abril de 2012

Senhores cardeais
Estimados irmãos no episcopado
e no sacerdócio
Queridos irmãos e irmãs!
No dia do meu aniversário e do meu baptismo, 16 de Abril, a liturgia da Igreja apresentou-me três indicações que me mostraram para onde leva o caminho e me ajudam a encontrá-lo. Em primeiro lugar, a memória de
Santa Bernadete Soubirous, a clarividente de Lourdes; depois, um dos Santos mais particulares da História da Igreja, Benoît Joseph Labre; e ainda, sobretudo, há o facto de que este dia está imerso no mistério pascal, no mistério da Cruz e da Ressurreição e no ano do meu nascimento foi expresso de modo particular, porque era o Sábado santo: o dia do silêncio de Deus, da ausência aparente, da morte de Deus e no entanto o dia no qual se anuncia a Ressurreição.
Bernadete Soubirous, a jovem simples do Sul, dos Pireneus — todos a conhecemos e amamos. Bernadete cresceu na França iluminista do século XIX, numa pobreza difícil de imaginar. A prisão, que tinha sido abandonada porque era insalubre, tornou-se — depois de alguma hesitação — a morada da família, na qual ela transcorreu a infância. Não havia a possibilidade de ter formação escolar, só um pouco de catequese para a preparação para a primeira comunhão. Mas precisamente esta jovem modesta, que no seu coração permaneceu pura e simples, tinha um coração clarividente, era capaz de ver a Mãe de Deus e nela o reflexo da beleza e da bondade de Deus. A ela Maria podia mostrar-se e através dela falar ao século e além do próprio século. Ela sabia ver com o coração puro e incontaminado. E Maria indica-lhe a nascente: ela sabe reconhecer a fonte, água viva, pura e incontaminada; água que é vida, água que doa pureza e saúde. E através dos séculos esta água viva já é sinal que vem de Maria, é o sinal que indica onde se encontram as nascentes da vida, onde nos podemos purificar, onde encontramos o incontaminado. Neste nosso tempo, no qual vemos o mundo tão aflito, no qual emerge a necessidade da água, da água pura, este sinal é muito maior. De Maria, da Mãe do Senhor, do coração puro provém também a água pura, incontaminada que dá a vida, a água que neste século — e nos séculos que hão-de vir — nos purifique e cure.
Penso que podemos considerar esta água como uma imagem da verdade que vem ao nosso encontro na fé: a verdade não simulada mas incontaminada. De facto, para poder viver, para poder tornar-nos puros, temos necessidade que em nós nasça a nostalgia da vida pura, da verdade autêntica, do que não está contaminado pela corrupção, de ser homens sem manchas. Eis que este dia, esta pequena Santa, sempre foi para mim um sinal que me indicou de onde provém a água viva da qual precisamos: a água que nos purifica e dá a vida, e um sinal do modo como deveríamos ser: com todo o saber e o fazer, que também são necessários, não devemos perder o coração simples, o olhar simples do coração, capaz de ver o essencial. E devemos rezar sempre ao Senhor para que conserve aquela humildade que permite que o coração permaneça clarividente, ver o essencial, a beleza e a bondade de Deus e deste modo encontrar a nascente da qual provém a água que doa a vida e purifica.
Benoît Joseph Labre, o piedoso peregrino mendigo do século XVIII que depois de várias tentativas falhadas, finalmente encontrou a sua vocação de peregrinar como mendigo — que nada possui, sem qualquer ajuda, e sem conservar para si nada do que recebia, a não ser o que lhe era absolutamente necessário — peregrinar pela Europa inteira, aos santuários da Europa, desde a Espanha à Polónia e da Alemanha à Sicília: deveras um Santo europeu! Podemos dizer inclusive: um Santo particular que, pedindo esmola, vai errante de um santuário para outro, que não quer fazer outra coisa senão rezar e dar testemunho do que é importante: Deus nesta nossa vida. Certamente, não é um exemplo a imitar, mas uma indicação, um indicador do essencial. Ele mostra-nos que Deus sozinho é suficiente, que independentemente de tudo o que existe neste mundo, além das nossas necessidades e capacidades, o que conta, o essencial é conhecer Deus. Ele sozinho basta. E este «só Deus» ele no-lo indica dramaticamente. Ao mesmo tempo, esta vida realmente «europeia» que, de um santuário para outro, abraça o inteiro continente europeu demonstra que aquele que se abre a Deus não se afasta do mundo e dos homens, mas encontra irmãos, porque da parte de Deus desmoronam-se as fronteiras, porque só Deus pode eliminar os confins porque graças a Ele somos todos irmãos, fazemos parte uns dos outros; torna presente que a unicidade de Deus significa fraternidade e ao mesmo tempo reconciliação dos homens, o desmoronamento das fronteiras que nos une e cura.
Portanto, é um santo da paz exactamente porque é um Santo sem exigência alguma, que morre pobre de tudo e no entanto abençoado com todas as coisas.
E, enfim, o mistério pascal. No mesmo dia em que nasci — graças à solicitude dos meus pais — renasci também pela água e pelo Espírito, como acabámos de ouvir do Evangelho. Em primeiro lugar, há o dom da vida que os meus pais me ofereceram em tempos muito difíceis, e que lhes devo agradecer. Mas não é uma certeza dizer que a vida do homem em si seja um dom. Pode deveras ser um bonito dom? Sabemos o que está sobranceiro sobre o homem nos tempos obscuros que vemos diante de nós — ou nos mais luminosos que possam vir? Sabemos prever a quais aflições, ou eventos terríveis poderá estar exposto? É justo oferecer a vida assim, simplesmente? É responsável ou demasiado imprevisível? É um dom problemático, se não for cultivado. A vida biológica por si mesma é um dom, embora cercada por uma grande dúvida. A vida torna-se um dom verdadeiro se juntamente com ela se puder doar também uma promessa que é mais forte do que qualquer desventura que nos possa ameaçar, se ela for imersa numa força que garante que é bom ser um homem, que por este homem tudo o que o futuro trouxer é um bem. Assim, ao nascimento deve ser associado o renascimento, a certeza de que na verdade é bom existir, porque a promessa é mais forte do que as ameaças. Este é o sentido do renascimento pela água e pelo Espírito: ser imersos na promessa que só Deus pode fazer: é bom que tu existas, e podes ter certeza, aconteça o que acontecer. Desta promessa eu vivi, renascido pela água e pelo Espírito. Nicodemos pergunta ao Senhor: «Porventura pode um velho renascer?». Pois bem, o renascimento é-nos doado no baptismo, mas nós devemos continuar a crescer nele, devemos continuar a fazer-nos imergir por Deus na sua promessa, a fim de que verdadeiramente possamos renascer na grande, nova família de Deus que é mais forte do que todas as debilidades e de todas as forças negativas que nos ameaçam. Por isso, hoje é o dia da grande acção de graças. O dia em que fui baptizado, como disse, era Sábado Santo. Então, era costume antecipar a noite de Páscoa para a manhã, à qual teria seguido a noite de Sábado santo, sem o Aleluia. Parece-me que deste singular paradoxo, esta antecipação singular da luz num dia escuro, seja quase uma imagem da história dos nossos dias. Por um lado ainda há o silêncio de Deus e a sua ausência, mas a antecipação do «sim» de Deus já está na ressurreição de Cristo, e nós vivemos desta antecipação e através do silêncio de Deus ouvimos os seus discursos, e por intermédio da obscuridade da sua ausência entrevemos a sua luz.
A antecipação da ressurreição no meio da história que evolui é a força que nos indica o caminho e nos ajuda a ir em frente.
Demos graças ao bom Deus porque nos doou esta luz e peçamos a fim de que ela possa permanecer para sempre. E eu devo agradecer a Ele e a quantos me fizeram sentir sempre de novo a presença do Senhor, que me acompanharam para que não perdesse a luz.
Encontro-me diante do último trecho do percurso da minha vida e não sei o que me espera. Contudo, sei que a luz de Deus está presente, que Ele ressuscitou, que a sua luz é mais forte do que toda a obscuridade; que a bondade de Deus é maior do que todo o mal deste mundo. E isto ajuda-me a prosseguir com segurança. Isto ajuda-nos a ir em frente e neste momento agradeço de coração a quantos me fazem ouvir continuamente o «sim» de Deus através da sua fé. Por fim — o cardeal Decano — muito obrigado pelas suas palavras de amizade fraterna, por toda a colaboração nestes anos. E um grande obrigado a quantos colaboraram comigo nos meus trinta anos em Roma, que me ajudaram a carregar o peso da minha responsabilidade. Obrigado. Amém.

BENTO XVI


BÊNÇÃO APOSTÓLICA «URBI ET ORBI»
PRIMEIRA SAUDAÇÃO
DE SUA SANTIDADE BENTO XVI
Terça-feira, 19 de Abril de 2005

Amados Irmãos e Irmãs,
Depois do grande Papa João Paulo II, os Senhores Cardeais elegeram-me, simples e humilde trabalhador na vinha do Senhor.
Consola-me saber que o Senhor sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes. E, sobretudo, recomendo-me às vossas orações.
Na alegria do Senhor Ressuscitado, confiantes na sua ajuda permanente, vamos em frente. O Senhor ajudar-nos-á. Maria, sua Mãe Santíssima, está connosco. Obrigado!

"SANTA MISSA PELA IGREJA UNIVERSAL"

PRIMEIRA MENSAGEM DE SUA SANTIDADE BENTO XVI
NO FINAL DA CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
COM OS CARDEAIS ELEITORES NA CAPELA SISTINA

Quarta-feira, 20 de Abril de 2005

Venerados Irmãos Cardeais
Caríssimos
Irmãos e Irmãs em Cristo
Vós todos, homens e mulheres
de boa vontade!
1. Graça e paz em abundância para todos vós (cf. 1 Pd 1, 2)! Convivem no meu coração nestas horas dois sentimentos contrastantes. Por um lado, um sentido de inaptidão e de humana perturbação pela responsabilidade que ontem me foi confiada, como Sucessor do Apóstolo Pedro nesta Sede de Roma, diante da Igreja universal. Por outro lado, sinto viva em mim uma profunda gratidão a Deus, que como nos faz cantar a liturgia não abandona o seu rebanho, mas o guia através dos tempos, sob a guia de quantos Ele mesmo elegeu vigários do seu Filho e constituiu pastores (cf. Prefácio dos Apóstolos I).
Caríssimos, este reconhecimento íntimo por um dom da divina misericórdia prevalece apesar de tudo no meu coração. E considero este facto uma graça especial que me foi obtida pelo meu venerado Predecessor, João Paulo II. Tenho a impressão de sentir a sua mão forte que estreita a minha; parece que vejo os seus olhos sorridentes e que ouço as suas palavras, dirigidas neste momento particularmente a mim: "Não tenhas medo!".






 A Igreja de hoje deve reavivar em si mesma a consciência da tarefa de repropor ao mundo a voz d'Aquele que disse: "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8, 12). Ao empreender o seu ministério o novo Papa sabe que a sua tarefa é fazer resplandecer aos olhos dos homens e das mulheres de hoje a luz de Cristo: não a sua, mas a verdadeira luz do próprio Cristo.
Com esta consciência dirijo-me a todos os que seguem outras religiões ou que simplesmente procuram uma resposta para os interrogativos fundamentais da existência e ainda não a encontraram. Dirijo-me a todos com simplicidade e afecto, para garantir que a Igreja quer continuar a tecer com eles um diálogo aberto e sincero, na busca do verdadeiro bem do homem e da sociedade.
Peço instantemente a Deus a unidade e a paz para a família humana e declaro a disponibilidade de todos os católicos na cooperação de um autêntico desenvolvimento social, respeitador da dignidade de cada ser humano.
Não pouparei esforços nem dedicação para prosseguir o prometedor diálogo iniciado pelos meus venerados Predecessores com as diversas civilizações, porque da compreensão recíproca surgem as condições de um futuro para todos.
Penso em particular nos jovens. A eles, interlocutores privilegiados do Papa João Paulo II, dirijo o meu abraço afectuoso na expectativa, se Deus quiser, de me encontrar com Eles em Colónia por ocasião da próxima Jornada Mundial da Juventude. Convosco, amados jovens, futuro e esperança da Igreja e da humanidade, continuarei a dialogar, ouvindo as vossas expectativas com a intenção de vos ajudar a encontrar sempre mais em profundidade o Cristo vivo, o eternamente jovem.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O MAIS IMPORTANTE NÃO É O QUE VOCÊ FAZ MAS O QUE VOCÊ DEIXA DEUS FAZER...

"O Espirito Santo não põe em nós um sonho que ELE não pretenda realizar."
"Toda transformação que o seu coração deseja viver, em Deus,já lhe foi dada.Tudo o que você sonha fazer para Deus está dentro das possibilidades da fé.Isso é torna-se possível se você realmente crê.
"Quem não para de fazer o bem está sempre unido a Deus."
"Se estivermos determinados de coração a fazer o bem, e se essa determinação tiver nascido da oração e por ela for acompanhada, poderemos contemplar o próprio Senhor agindo através de nós..."
"O grande bem que somos chamados a levar aos outros chama-se Jesus.Para levá-lo,é preciso,antes ,toda boa ação que eu venha a realizar,para que não sejam obras mortas,mas sim caridade verdadeira, legítima,sem fingimentos."

"Jesus leva-nos a querer o que é bom, o que é santo,não saímos do encontro com Deus do mesmo jeito que entramos...não podemos sair dali sem nos comprometer com o Senhor...e firmar diante dele o nosso propósito de sermos melhores..."